A Câmara dos Deputados derrubou o decreto do governo federal que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), um tributo que incide sobre operações como empréstimos, financiamentos, compras parceladas e aquisição de moeda estrangeira. Essa decisão representa um alívio para a população diante do atual cenário econômico.
Votei contra esse decreto porque entendo que o aumento do imposto encareceria o crédito e traria reflexos negativos tanto para as famílias quanto para setores produtivos, como o agronegócio. Sustar esse aumento é proteger quem mais precisa. O crédito deve ser uma solução, não mais um obstáculo para quem já luta para fechar as contas no fim do mês.
Na minha avaliação, a elevação do IOF afetaria diretamente o consumo e poderia pressionar ainda mais os índices de inflação. Com a rejeição da proposta, acredito que o Congresso deu uma resposta clara à população, evitando o encarecimento de produtos e serviços essenciais. O Parlamento está fazendo o que o governo não faz: olhar para a realidade das pessoas e agir com responsabilidade.
O IOF é um tributo federal cobrado em diversas operações financeiras, como crédito pessoal, financiamento de veículos, uso de cartão de crédito, compra de moeda estrangeira e transações internacionais. O decreto do governo tinha como objetivo ampliar a arrecadação, mas, na prática, representaria um peso ainda maior no bolso do cidadão.
A decisão de barrar esse aumento contou com o apoio de parlamentares de diferentes partidos e reforça a preocupação do Legislativo com a preservação do poder de compra da população, em um momento de juros elevados e perda de renda.